Eventos“Barra Slow Festival” | Segunda edição traz música e workshops aos Estaleiros Navais Andreia Sofia Silva - 14 Abr 2026 Decorre no fim-de-semana de 1 a 3 de Maio mais uma edição do “Barra Slow Festival”, que aposta no tema do chá como património para a realização de workshops, concertos e eventos culturais nos Estaleiros Navais. Em destaque, a criação de dois espaços em bambu pela mão da dupla de arquitectos João Ó e Rita Machado A zona da Barra, nomeadamente os Estaleiros Navais junto ao Templo de A-Má, voltam a acolher a segunda edição do “Barra Slow Festival”, uma iniciativa organizada pela União Geral das Associações de Moradores de Macau (UGAMM, ou Kaifong) e que acontece no fim-de-semana de 1 a 3 de Maio, das 12h às 20h, nos Estaleiros Navais nº 1 e 2. O tema deste ano é “Um Sorvo de Chá, Um Vislumbre do Património”, apresentando-se ao público, pela primeira vez dois mercados, nomeadamente o “Mercado da Cultura Asiática do Chá” e o “Mercado do Património Cultural Imaterial”. No que diz respeito a eventos culturais, destaca-se a realização do desfile de moda étnica da região de Guizhou, China, intitulado “Village T”, decorrendo depois a iniciativa “Espelho de Água: Cerimónia de Degustação de Chá” guiada por mestres do chá. O programa do festival inclui ainda “Infuse & Indulge: Cerimónia Culinária do Chá”, bem como duas instalações com bambu, onde se inclui o “Pavilhão do Chá” e o “Palco de Espectáculos do Chá”. O comunicado da organização dá ainda conta da realização, nesse fim-de-semana, de workshops, masterclasses, exposições de design e concertos com entrada gratuita, visando explorar o universo do chá como património. Nesta edição vão estar representadas “cerca de 40 marcas de chá de várias regiões”, disponibilizando-se ao público bebidas, cocktails e demais produtos ligados ao chá num mercado que decorre nos estaleiros navais. A ideia é mostrar “sabores tradicionais robustos” e “bebidas criativas”, revelando-se “o papel diversificado do chá na vida quotidiana”. Destaque para o facto de a primeira edição do “Barra Slow Festival” ter sido realizada em Novembro do ano passado, tendo obtido, segundo a organização, “uma resposta esmagadora”. Com cunho português Na segunda edição do “Barra Slow Festival” participa a dupla de arquitectos João Ó e Rita Machado com a criação de dois espaços feitos em bambu, nomeadamente o “Pavilhão do Chá” e o “Palco de Espectáculos do Chá”, a fim de “promover ainda mais o chá e o património cultural imaterial”. Desta forma, o ” Pavilhão do Chá” promete funcionar “como um espaço tranquilo onde os visitantes podem sentar-se e saborear chá”, dando lugar à iniciativa “Espelho de Água: Cerimónia de Degustação de Chá”. Nesta cerimónia “os convidados são servidos por três mestres de chá diferentes, que irão partilhar perspectivas sobre os chás seleccionados durante uma sessão de degustação de uma hora”. Irá ainda decorrer a “Infuse & Indulge: Cerimónia Culinária do Chá”, uma experiência culinária de dez pratos inspirada no chá e liderada pela chef local Maggie Chiang, formada pelo Le Cordon Bleu. Haverá uma sessão diária deste evento, que combina “a cultura do chá com uma refeição requintada, servida num ambiente envolvente”. Por sua vez, o “Palco de Apresentações do Chá” acolhe “uma série dinâmica de espectáculos e actividades experienciais”. Relativamente ao desfile de moda étnica, participam mais de 50 marcas locais, sendo que a “Village T” foi fundada GU-A-XIN (Yang Chunlin) em Julho de 2024, tendo já realizado mais de 500 desfiles com a marca, incluindo a participação na Gala do Festival da Primavera da Televisão Central da China (CCTV), a London Fashion Week e New York Fashion Week.