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Chui Sai On revelou a semana passada que actualmente ainda não se investiu em qualquer província do continente chinês com as reservas financeiras de Macau. O anúncio de que um determinado montante da reserva da RAEM seria investido na China não agradou a alguns deputados, mas o Chefe do Executivo veio esclarecer que a utilização da reserva extraordinária “deve ser entregue à Assembleia Legislativa para apreciação” e que “o processo vai ser aberto e transparente”. Caso seja concretizado o investimento, diz Chui Sai On, serão seguidos três princípios: sem perdas, retorno sólido e o mecanismo com o qual se pode retirar o investimento.

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