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Enquanto o primeiro-ministro Li Keqiang dava a volta a Macau, algumas associações aproveitaram a sua visita oficial para saírem à rua para protestar. De manhã, foi a vez dos pequenos proprietário de fracções do Pearl Horizon e à tarde da Associação Poder do Povo e da União da Reunião Familiar.
Os pequenos proprietários foram o grupo que mais cedo começou a protestar. Dezenas deles reuniram-se em frente ao escritório da Polytec, na Areia Preta, e por volta do meio-dia entregaram uma petição na Sede do Governo, pedindo que a carta fosse transferida ao Primeiro-ministro: querem a atenção do Governo Central para resolver o caso do edifício que não foi construído a tempo e cujo terreno foi revertido para o Governo.
Já a manifestação organizada por cerca de cem membros da União da Reunião Familiar teve como objectivo conseguir autorização para que os seus filhos maiores possam vir para Macau para se reunirem com as famílias. Segundo a publicação All About Macau, a presidente Lei Yok Lam criticou o Governo por “ignorar as reivindicações e estar sempre a transferir a responsabilidade para Pequim”, pelo que a Associação aproveitou a visita do Primeiro-Ministro para que as suas reivindicações possam conseguir atenção.
A presidente queixou-se também da segurança do Governo ser “elevada demais porque os cidadãos não conseguem aproximar-se do Primeiro-Ministro e não podem demonstrar as verdadeiras condições sociais e opiniões públicas”.
Quase à mesma hora, a Associação Poder do Povo protestou para “garantir democracia e contra a corrupção”. Na sua petição entregue na Sede do Governo para ser transferida ao Primeiro-ministro, a Associação pediu mais atenção às questões relativas à corrupção e à influência da mão-de-obra não residente no mercado local.

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