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Aplicações como o “We Chat”, dada a sua multifuncionalidade na China continental, não estão fora de questão para uma possível integração no conceito de Macau enquanto cidade inteligente. Segundo o vice-reitor da UM Rui Martins “a [UM] também está a pensar nessa linha”.
“O We Chat é, provavelmente, uma das aplicações a ser utilizada porque é muito eficiente”, justifica.
A aposta no conceito inteligente é o cerne de uma das subcomissões adiantadas ontem por Peter Lam, vice-presidente do Conselho de Ciência e Tecnologia e Ma Chi Ngai, presidente do Conselho de Administração do Fundo para o Desenvolvimento das Ciências e da Tecnologia e que tem a seu cargo este grupo de trabalho. Macau inteligente vai integrar vários serviços, nomeadamente públicos, e Ma Chi Ngai aponta para já a coordenação entre serviços de transporte, de saúde ou do turismo. O próximo mês de Novembro é a data escolhida “para apresentação de co-propostas por parte de instituições académicas para estudar os diferentes ramos que constituem uma cidade inteligente”, afirma Ma Chi Ngai.
Rui Martins reitera que “vai ser lançada uma nova chamada para propostas só para a área da cidade inteligente. “Para o efeito podem candidatar-se as várias entidades interessadas com os seus projectos nesta área.”
Para já, o campus da UM poderá servir de “protótipo”. A instituição está a implementar um conjunto de medidas de forma a colocar o campus na vanguarda de sistemas integrados. “Este smart campus poderá ser um dos primeiros passos para a cidade inteligente”, afirma Rui Martins.
Já existe actualmente um mapa electrónico dos serviços do turismo e que já está implementado em Macau. O projecto foi feito pela UM e é dirigido ao objectivo inteligente.

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