Rui Filipe Torres

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Cineasta. Licenciado em Ciências da Comunicação pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Mestrando em Desenvolvimento de Projecto Cinematográfico na Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa.

CHAVELA VARGAS – SANTA PECADORA

Chega esta quinta-feira às salas de cinema em Portugal, distribuído por Paulo Branco, o filme documentário de 93 minutos que teve estreia no festival de Berlim de 2017 na secção Panorama.

Aparição, desvio e paixão

O filme é protagonizado por Jaime de Freitas e Victória Guerra e foi rodado na cidade de Évora, onde Vergílio Ferreira foi professor. Chegou a esta cidade em 1945 na qualidade de professor de Português após a licenciatura em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra em 1940.

“O Grande Domador”, de Dimitris Papionnou

Um dos primeiríssimos talentos da dança contemporânea, esteve no grande auditório do CCB no 2 e 3, integrado na programação DE ZEUS A VARAUFAKIS - A Grécia nos Destinos da Europa

Um Mundo em Queda, ou a curiosa figura de Ramiro, o alfarrabista

Fosse mais comprido e poderia ser este o nome do mais recente filme de Manuel Mozos, com estreia comercial no dia 1 de Março em nove ecrãs na área metropolitana de Lisboa e Porto

Amor, Amor – O mais recente filme de Jorge Cramez

Diz o cineasta Jorge Cramez que este seu filme de 2017, com fotografia de João Ribeiro e argumento do próprio e de Edmundo Cordeiro, adapta ao grande ecrã “La Place Royale” do dramaturgo Pierre Corneille (1606 -1684)

Impressões de um bárbaro do sul

Tenho sentido uma alegria débil ou quase a falta dela na comunidade portuguesa. O Ano Novo Chinês está aí. Onde anda a alegria?

O mundo como zoológico do Homem

Breve referência a 2017 e à nova lei do cinema que se avizinha

DOC  2017, O mundo quase todo em Lisboa

Os festivais não servem para confirmar as categorias em que os filmes são encaixados, mas para as inquietar e revolver.

AL BERTO em filme versão pop gay

Vicente Alves do Ó, é um realizador inteligente, sabe o que quer, sabe onde está.

O Corpo Nu esse lugar incivilizado onde cresce a febre

Hélia Correia escreveu “ADOECER”, uma tragédia contemporânea que fala da insanidade e da dor dos amantes irredutíveis

João Salaviza e Gonçalo Galvão Teles ganham 1ª obra no ICA

São conhecidos os resultados do concurso do Instituto do Cinema e Audiovisual de apoio à produção das 1ª obras de 2017.

Sisterhood, de Tracy Choi, aplaudido no Indie Lisboa

Sisterhood, da macaense Tracy Choi, é um filme que olha com saudade aquilo que Macau foi e já não é

Vontade de cinema: 14º Indie Lisboa, de 3 a 14 de Maio

Macau tem presença nesta edição do Indie Lisboa, num olhar sobre o que está a acontecer na cinematografia da território, com a colaboração do Instituto de Turismo de Macau

Fantasporto, um festival em idade adulta

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Os prémios da 37ª edição do Fantasporto.

Os 37 anos de Fantasporto

Está a terminar o FANTAS’2017 que nesta edição anunciou como linha de programação O CINEMA DOS NOSSOS TEMPOS.

Histórias do Fantas

Filme de Roland Vranik, 117’, Hungria, também seleccionado para os ecrãs do Festival de Berlim, é de uma colagem forte ao real e ao tema da migração.

37.º Festival Internacional de Cinema do Porto | “O ruído não mata mas o...

Dia 1 de Março, 16h30, o ecrã do grande auditório Manuel de Oliveira no Teatro do Rivoli abriu-se para o formato 2:39.1. A projecção de “Comboio de Sal e Açúcar”, filme de Licínio de Azevedo, com argumento a partir do livro com o mesmo nome que o mesmo autor escreveu, começa.

Tempos difíceis. Ai o cinema, ai o cinema

O anunciado novo enquadramento legislativo sobre qual cinema serve Portugal tem sido um tempo de vigor nas explosões intestinas, na defesa dos interesses já conhecidos e em vigor nestas últimas três a quatro décadas, ou seja, desde os anos 80 do século vinte.

O Porto veste cinema

Entre 20 de Fevereiro e 5 Março nas ruas adjacentes ao Teatro Municipal Rivoli, mas com franca probabilidade numa qualquer rua da cidade, centenas de pessoas vestem-se para ir ao cinema.

ZEUS, Manuel Teixeira Gomes no grande ecrã

O RADICAL DESEJO DE FELICIDADE, não é, mas podia ser, o título do filme ZEUS que nesta quinta feira de inicio de 2017, é distribuído pela NÓS em Portugal e tem, na mesma quinta-feira dia 5 de Janeiro, ante-estreia na Cinemateca Portuguesa.

A morte dos deuses é a morte da humanidade

A cidade empobrece, ficamos todos mais pobres, os que se revêem no projecto de criação e no talento do “Teatro do bairro alto” , e aqueles outros, e são muitos, demasiados talvez, que nada conhecem do homem nem da companhia de teatro.

Sim, o cinema português existe

Para quem tivesse dúvida, a exposição de cartazes do cinema português no mês de Novembro no salão da sociedade nacional de belas artes, edifício fronteiro à cinemateca onde ficou instalado o núcleo temático referente ao cinema mudo, afirmou essa impossibilidade.

O cinema em Macau

O mundo contemporâneo vive numa afirmação dupla, por vezes paradoxal, entre local e global. O cinema mais localizado do que local é a indústria-arte do séc. XXI

Terror e Beleza em Godard

Quase sempre os mais terríveis abismos do humano nos chegam em curtos fragmentos, mediados pelo electrodoméstico da comunicação de todos os lares e cozinhas a que chamamos televisão, com aquela previsibilidade e rotina de boletim de meteorologia onde sempre é de querer que em alguma parte do mundo a severidade climática seja mais intensa, pouco ou nada já incomoda, transforma.