Paulo José Miranda

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José Saramago atribuiu-lhe o primeiro prémio literário com o seu nome. Viveu na Ásia, no Médio Oriente e no Brasil. De escritor-promessa a persona non grata no meio literário, Paulo José Miranda, licenciado em Filosofia, é poeta, escritor e dramaturgo, e tem obra publicada.

A Sombra de Teseu (1)

A acção passa-se nos limites da floresta, junto à cidade de Trezena, no Peloponeso

O Primo Basilio – Continuação da quarta e última parte

A grandiosidade do vício está em fazer de nós animais justificativos.

O Primo Basílio | Quarta parte

Há uma estreita relação entre desejo e vício, que é preciso apurar agora.

Análise acerca de O Primo Basílio – Terceira parte

A palavra “vício” é usada apenas onze vezes ao longo de todo o livro. Tentemos entender a importância desta palavra na economia geral do texto

O Primo Basílio de Eça de Queirós

O que nos traz aqui é a Luísa e a Juliana, a senhora e a sua criada.

O Primo Basílio de Eça de Queirós – Luísa e Juliana (primeira parte)

Começamos hoje, e durante quatro semanas, a análise de dois conceitos chave em O Primo Basílio de Eça de Queirós: superação de si, na esteira da fenomenologia de Hegel, e de modo a mostrar a complexa relação entre Luísa e Juliana; e vício, de modo a mostrar o nervo central deste romance

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio...

Pascal usa o termo divertissement em sentido etimológico, isto é, em sentido de distracção, de diversão. Cair no divertimento é cair para fora de si mesmo, perder-se num alheamento de si próprio, deixar de se importar com a sua própria vida.

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de “O Primo Basílio” (3)

Será necessário então tentarmos entender um pouco melhor o que é o nada. Que se quer dizer quando se diz nada?

Pelin Esmer | A cineasta de Istambul 

"Hoje o filme documentário já não se restringe a sua função informativa", quem o diz é Pelin Esmer (1972, Istambul) conceituada realizadora turca, galardoada com vários prémios.

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio

O que vou dizer agora, em verdade não foi dito em O Primo Basílio, mas só o amor poderia estancar de vez essa multiplicação contínua...

“Há material para saciar todo o tipo de sede”, Luís Gouveia Monteiro

Trabalhaste em muitos lugares da chamada comunicação social, desde os jornais até à televisão, e nesta em diversas posições. Vens ainda de um período...

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio (I)

Não se trata aqui do escritor Machado de Assis, mas sim do leitor, da leitura que Machado de Assis fez do romance do escritor Eça de Queirós O Primo Basílio

Ricardo Ben-Oliel (continuação)

Não fui para Israel por razões económicas ou políticas, que são as que geralmente dão origem à  emigração. A razão foi ideológica.

Ricardo Ben-Oliel

Porque narrar não é apenas uma necessidade; narrar é fazer viver o vivido, fazer-nos viver de novo.

João Simões: “Não faço coisas, faço ver coisas”

Porque o ponto de vista dos artistas e da arte, principalmente na Europa, está muito ligada à tradição da palavra grega technê, ainda que isso não seja propriamente consciente.

Ricardo Ben-Oliel (Contista que vive há 40 anos em Israel”

Ricardo Ben-Oliel é aquilo a que podemos chamar de um autor tardio. Se não na escrita, pelo menos na publicação.

Karadeniz | O Filho

A vista, do terraço do restaurante do Conrad Hotel, é uma das mais terríveis do planeta Terra. É o lugar onde o que o homem faz e o que a natureza é se encontram esplendorosamente, sem máculas e sem culpas.

Destruir a morte à custa da vida

Mas há um Fernando Pessoa heterónimo, que se iguala ou mesmo perde em existência para os outros heterónimos, e há um outro anterior: o que rejeita a vida para poder escrever.

Karadeniz: “Saber matar bem tem sempre futuro”

Fiz o serviço militar nas forças especiais, quando regressei dos EUA, depois do curso de engenharia, e cheguei a combater em operações secretas nas montanhas entre a Turquia, o Irão e o Iraque.

Equívocos de juízo acerca dos escritores

Hoje vivemos num mundo em que queremos que os escritores sejam excelentes cidadãos e aceitamos que os políticos sejam maus cidadãos.

Karadeniz: “Na vingança não se tem remorsos!”

O mediterrâneo é um vasto continente cheio de história e de rochedos com vegetação rasteira junto à água. Depois de Istambul, é o lugar onde Karadeniz se sente melhor.

Notas acerca do livro A Urna, de David Oscar Vaz

David Oscar Vaz é um escritor brasileiro, de São Paulo, que recebeu em 1997 o prestigiado prémio de revelação da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Em 2000, edita o seu segundo livro, também de contos, A Urna. Livro que iremos ler aqui através de alguns dos contos que o compõe.

Karadeniz: “O que nos espera é o nada”

Enquanto for vivo, vou juntando mais coisas todos os dias. Quando morrer já não posso decidir nada acerca disto. Provavelmente vai tudo para o lixo

Poesia ao vivo

No passado domingo, actuaram em Macau os No Precipício Era O Verbo, grupo de música e poesia composto pelos músicos Carlos Barreto (contra-baixo) e José Anjos (percussões e também o poeta que incorpora o grupo), pelo actor André Gago e pelo filósofo e tradutor de Grego clássico e alemão António de Castro Caeiro