Paulo José Miranda

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José Saramago atribuiu-lhe o primeiro prémio literário com o seu nome. Viveu na Ásia, no Médio Oriente e no Brasil. De escritor-promessa a persona non grata no meio literário, Paulo José Miranda, licenciado em Filosofia, é poeta, escritor e dramaturgo, e tem obra publicada.

Karadenis (continuação): “Não se pode andar a trabalhar carregado de ódio”

Os factos são o ódio que passei a ter aos animais, por causa da minha mulher. A minha mulher gostava mais de animais do que de pessoas, especialmente gatos

As Olímpicas

As Olímpicas, de Píndaro – importante poeta lírico da Grécia Antiga (século V a.C) –, que já tinham sido traduzidas pelo professor Frederico Lourenço, e publicadas pela Cotovia (Poesia grega - de Álcman a Teócrito

Karadenis: “Não se mata, nem se salva ninguém com crenças”

O jazz é do meu tempo, Paulo! Comecei a gostar de jazz quando fui estudar engenharia para a América, para os EUA, na década de quarenta. Depois nunca mais deixei de ouvir jazz

As mulheres em Francisco Huguenin Uhlfelder

Nas fotografias de Francisco Huguenin Uhlfelder (FHU), [refiro-me às fotografias de mulheres maduras] as mulheres aparecem diante de nós expostas ao esplendor do paradoxo humano: o lugar inalcançável da beleza

Karadenis: “Na minha actividade não há meio-termo”

É a única coisa que nos pode salvar a vida, Paulo! Ser-se o mais profissional possível na actividade que se faz. Não é assim também na escrita?

A grande invenção

Diego Moraes, nascido em 1982 em Manaus (onde ainda vive), publicou 4 livros, dois em Portugal e dois no Brasil

Karadeniz (continuação): “Cheguei a ter de matar para não morrer”

Não matei só em trabalho, cheguei a ter de matar para não morrer. Embora as tentativas que fizeram para me matar tivessem que ver com a minha profissão

Leitta para a Universidade dos Andes – acerca do riso e do livro La...

Em Do Sentimento Trágico da Vida, Miguel de Unamumo escreve, logo nas primeiras páginas: “O homem, dizem, é um animal racional. Não sei porque não se diz que é um animal afectivo ou sentimental

Karadeniz | “A democracia também chegou ao assassínio por encomenda!”

O facto de eu ter sido um assassino profissional, aconteceu apenas porque era uma possibilidade de profissão como outra qualquer.

Apresentação de Autismo (2ª Edição)

Há escritores que têm a capacidade de nos mostrar exteriores de um modo interior. Quando Valério Romão descreve a sala de espera num hospital ou um consultório médico, estes não ficam apenas palpáveis, concretos diante de nós, eles passam a ser partes de nós, recordações nossas.

Karadeniz: “Comigo o ódio acabava”

Introdução Este livro aparece no seguimento das inúmeras conversas que fui tendo com o Karadeniz (que quer dizer Mar Negro, em turco), ao longo dos...

A Guerra Perdida

Henrique Manuel Bento Fialho é poeta e crítico de poesia. Tem uma dezena de livros publicados, desde 2000, e este, A Grua (volta d’mar, 2017), é o seu mais recente trabalho.

Do ombro à ventania

O livro Lisbon Blues foi publicado pela primeira vez em 2009, no Brasil, e reeditado em 2015, em Portugal, pela Abysmo, com mais três poemas e ilustrações de Pierre Pratt.

Jerónimo Pizarro: “Pessoa convida pessoas”

Eu apenas gostava de ter o tempo todo para ainda ver publicados muitas mais dezenas de autores, quer dos que convém resgatar, como Camões e Vieira, quer dos que convém descobrir, e a lista é enorme.

Rita Taborda Duarte | A poesia é um acto de resistência

Os registos da poesia e da escrita para a infância são muito similares: partem até de uma mesma atitude sobre o mundo e o modo como o relacionamos com a nossa própria linguagem.

Uma vida inteira dentro de um só poema

Que o título do primeiro livro de Rosalina Marshall – Manucure, Companhia das Ilhas, 2013 – seja o mesmo de um poema de Mário de Sá-Carneiro, não é um mero acaso.

Maria João Falcão: À descoberta do método

A minha preferência sempre foi o teatro…também foi o que eu estudei. Cinema fiz muito pouco, por isso estou mais à vontade para falar de televisão e teatro.

Assim pudesse acender-me

Tenho até aqui, tirando os textos sobre os autores da Antiga Grécia, escrito sobre poetas de gerações mais novas do que a minha.

Cláudia R. Sampaio: “A poesia requer sempre um silêncio”

"Os meus livros falam muito de perda, solidão e de uma barreira que está sempre quase a ser ultrapassada além-limite."

A vertigem de nunca estar a ser 

Em Ver no Escuro, terceiro livro de poesia de Cláudia R. Sampaio, editado em 2016 pela Tinta da China, o título dá-nos de imediato uma pista.

Carla Maciel: “Adoro o que faço. Sou uma privilegiada”

O teatro apareceu de uma forma espontânea. Não tenho preferências. Adoro o que faço. Sou uma privilegiada . Gosto de fazer de tudo um pouco.

Os dias em que não fui eu

Estar doente quando se é jovem, salvo raras excepções, não é o mesmo que estar doente na meia idade ou numa idade ainda mais avançada.

Catarina Santiago Costa: “Tenho sempre um especial interesse pela poesia feminina”

Estufa foi editado em Dezembro de 2015; Tártaro, em Junho de 2016. O que se passou foi que, aquando do lançamento da Estufa, já o Tártaro estava na gaveta da Douda Correria.

Deus é o nada a olhar-se ao espelho

Ritornelos, Abysmo, 2014, é o primeiro e único livro publicado pela poeta Joana Emídio Marques, até à data.