Paulo José Miranda

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José Saramago atribuiu-lhe o primeiro prémio literário com o seu nome. Viveu na Ásia, no Médio Oriente e no Brasil. De escritor-promessa a persona non grata no meio literário, Paulo José Miranda, licenciado em Filosofia, é poeta, escritor e dramaturgo, e tem obra publicada.

A Sombra de Teseu – Quinto Estásimo

Temos no fim o que foi sempre! / Teseu descobre um mal maior / Que a força do Minotauro: / Um amor não correspondido

A Sombra de Teseu

Porque não confessas que nunca me amaste, como amaste Antíope, a grande amazona, mãe de Hipólito? Porque não acreditas nas minhas palavras, mesmo que os factos pareçam contrariá-las?

A Sombra de Teseu

Já escutei o que precisava escutar, mulher. Podes ir embora. Sai!

A Sombra de Teseu [Terceiro Estásimo]

Continuo a acreditar em Fedra, Hipólito! Mas estás certo quando referes os diferentes comprimentos do fio de espada. Aguardemos que Fedra chegue

A Sombra de Teseu [Terceiro Estásimo]

De que adianta tudo o que se faz, se os filhos serão sempre o que os deuses quiserem?

A Sombra de Teseu

Onde está a minha mulher? Onde está Fedra? Alguém a pode avisar da minha chegada?

A Sombra de Teseu

Mas como pode o desejo ser bom, Fedra? Explica-me isso, por favor!

A Sombra de Teseu

Não são fantasmas, são tristezas

A Sombra de Teseu (1)

A acção passa-se nos limites da floresta, junto à cidade de Trezena, no Peloponeso

O Primo Basilio – Continuação da quarta e última parte

A grandiosidade do vício está em fazer de nós animais justificativos.

O Primo Basílio | Quarta parte

Há uma estreita relação entre desejo e vício, que é preciso apurar agora.

Análise acerca de O Primo Basílio – Terceira parte

A palavra “vício” é usada apenas onze vezes ao longo de todo o livro. Tentemos entender a importância desta palavra na economia geral do texto

O Primo Basílio de Eça de Queirós

O que nos traz aqui é a Luísa e a Juliana, a senhora e a sua criada.

O Primo Basílio de Eça de Queirós – Luísa e Juliana (primeira parte)

Começamos hoje, e durante quatro semanas, a análise de dois conceitos chave em O Primo Basílio de Eça de Queirós: superação de si, na esteira da fenomenologia de Hegel, e de modo a mostrar a complexa relação entre Luísa e Juliana; e vício, de modo a mostrar o nervo central deste romance

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio...

Pascal usa o termo divertissement em sentido etimológico, isto é, em sentido de distracção, de diversão. Cair no divertimento é cair para fora de si mesmo, perder-se num alheamento de si próprio, deixar de se importar com a sua própria vida.

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de “O Primo Basílio” (3)

Será necessário então tentarmos entender um pouco melhor o que é o nada. Que se quer dizer quando se diz nada?

Pelin Esmer | A cineasta de Istambul 

"Hoje o filme documentário já não se restringe a sua função informativa", quem o diz é Pelin Esmer (1972, Istambul) conceituada realizadora turca, galardoada com vários prémios.

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio

O que vou dizer agora, em verdade não foi dito em O Primo Basílio, mas só o amor poderia estancar de vez essa multiplicação contínua...

“Há material para saciar todo o tipo de sede”, Luís Gouveia Monteiro

Trabalhaste em muitos lugares da chamada comunicação social, desde os jornais até à televisão, e nesta em diversas posições. Vens ainda de um período...

O erro ontológico de Machado de Assis na análise de O Primo Basílio (I)

Não se trata aqui do escritor Machado de Assis, mas sim do leitor, da leitura que Machado de Assis fez do romance do escritor Eça de Queirós O Primo Basílio

Ricardo Ben-Oliel (continuação)

Não fui para Israel por razões económicas ou políticas, que são as que geralmente dão origem à  emigração. A razão foi ideológica.

Ricardo Ben-Oliel

Porque narrar não é apenas uma necessidade; narrar é fazer viver o vivido, fazer-nos viver de novo.

João Simões: “Não faço coisas, faço ver coisas”

Porque o ponto de vista dos artistas e da arte, principalmente na Europa, está muito ligada à tradição da palavra grega technê, ainda que isso não seja propriamente consciente.

Ricardo Ben-Oliel (Contista que vive há 40 anos em Israel”

Ricardo Ben-Oliel é aquilo a que podemos chamar de um autor tardio. Se não na escrita, pelo menos na publicação.