Mulheres de Itália 14

Cosima está preocupada com algo que não sabe bem o que é, mas não consegue deixar de estar constantemente a olhar para trás como se estivesse a ser perseguida.
Costanza insiste que Deus não existe e Diodata discorda, abanando muito a cabeça e a repetir sim sim sim Deus existe.
Crescenzia está a estudar as obras do músico Satie e usa um martelo para fazer sons no caixão da funerária do primo.
Cristiana converteu-se a uma religião estranha, em que as máquinas estão no centro da adoração.
Cristina está no velório do pai e está tão distraída a pensar no encontro que teve ontem com N. que acabou de piscar o olho ao padre.
Crocefissa está a ouvir uma música em que um homem que diz que é um perdedor e pede, por favor, para o matarem.
Cronida está a espreitar pela porta meio entreaberta e tenta perceber o que estão a fazer os pais na cama.
Cunegonda aprende a dizer asneiras em esloveno porque tem um namorado esloveno e quer impressioná-lo de forma negativa. 
Cuzia amassa o pão com as mãos sujas de óleo e olha repetidamente para trás para ver se ninguém a vê.
Dafne tem dois amiguinhos homossexuais e finge namorar com um para que os pais deles não percebam nada.
Dalida faz um esquema no papel, onde explica como é que a energia dos planetas e em particular da lua vai directamente para a sua vagina e para o seu clitóris.
Dalila anda em bicos de pés do quarto para a sala onde estão os pais porque assim acha que vai crescer mais depressa.
Damiana esfrega a cabeça com um champô vermelho e vem-lhe a imagem de que o champô é feito do sangue menstrual da mãe.
Daniela subitamente começa a chorar e depois pára e pergunta ao encenador se lhe pareceu bem.

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