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Hoje MacauDestaque SociedadeAssociação dos Macaenses necessita de, pelo menos, um milhão de patacas para funcionar

Associação dos Macaenses necessita de, pelo menos, um milhão de patacas para funcionar

A Associação dos Macaenses (ADM) precisa de, no mínimo, um milhão de patacas para conseguir cumprir algumas das actividades que se propõe a fazer durante este ano.

16113P6T1Quem o afirma é Miguel de Senna Fernandes, presidente da associação, que ontem viu tomar posse os novos corpos gerentes para os anos 2013/2015. “Excede um milhão. As actividades custam dinheiro, mas o que não pode faltar, no mínimo, é um milhão de patacas. Tentamos demonstrar que as actividades propostas têm a sua nobreza e a sua razão de ser e merecem ser apoiadas”, explicou.
Dentro das actividades propostas para este ano, está por exemplo, a retoma do lançamento do “Álbum da Malta”, um livro que junta fotografias da comunidade macaense desde os finais dos anos 50 aos anos 70. Ideia que ficou, no ano passado, em “banho-maria”, explica Senna Fernandes, devido precisamente à falta de apoios financeiros.
O presidente da ADM refere que o valor pedido – de um milhão de patacas – é apenas o básico. “Sem [esse valor], a ADM não pode funcionar. Caso não recebamos isso, não teremos nenhuma actividade. A Fundação Macau foi criada precisamente para dar apoio. Somos modestos, não podemos recorrer se não nos derem mais, mas tentamos demonstrar que precisamos de dinheiro. A tecla é sempre a mesma, espero que depois de tanto bater, fure o grau de sensibilidade de quem tem poder sobre este ou aquele subsídio.”
A ADM afirma serem muitos os desafios a enfrentar, sendo o maior precisamente a falta de meios financeiros. “Nestes anos, não conseguimos desenvolver mais por esta razão, de não conseguirmos muito dinheiro.”

Workshops e actividades
Com limites em termos de desenvolvimento ou não, o presidente da ADM assegura existirem muitos planos para este ano. Workshops de patuá – o crioulo macaense – e de culinária macaense estão na lista, com a ADM a frisar ter estratégias para angariar mais apoios. “Para este ano, vamos retomar a parceria com a confraria [macaense] e vamos alinhar com a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude pra integrar estes workshops no programa de formação contínua”, de forma a que os custos dos cursos possam ser subsidiados.
Miguel de Senna Fernandes garante haver já pessoas interessadas, muito porque a ADM está a conseguir angariar mais jovens como membros.
A curto prazo, a associação promete realizar uma exibição fotográfica com material exclusivo de fotógrafos macaenses para celebrar os 500 anos de relações Portugal – China e, em meados de Março, realizar o Baile do Micareme, um festival estilo carnavalesco que celebra o intervalo do jejum na Quaresma.
Os colóquios sobre a identidade macaense também estão prometidos, na Escola Portuguesa.
Ontem, Margarida Leão Estorninho tomou posse como vice-presidente da associação, ao lado de Isabel Nunes. Os membros da direcção têm até dia 31 deste mês para apresentar o plano de actividades e submetê-lo à Fundação Macau, principal entidade que subsidia a associação, mas Senna Fernandes frisa que vai endereçar pedidos de apoio a outras entidades, principalmente para o “Álbum da Malta”.

Macaenses e portugueses juntos
É uma ambição de Miguel Senna Fernandes: macaenses e portugueses a falarem sobre a identidade dos primeiros. O presidente da ADM quer estender os colóquios da associação à comunidade portuguesa “em geral” e, apesar de ainda não ter falado com a Casa de Portugal garante que “seria bom” ter macaenses e portugueses juntos. “Daqui a muito pouco tempo temos de estar todos de mãos dadas, vamos precisar disso mesmo. Muita coisa vai acontecer”, deixa no ar.

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