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Num curto espaço de tempo dois autocarros viram-se envolvidos em dois incidentes, o que levou Cheng Chung Fai, da Associação dos Consumidores das Companhias de Utilidade Pública, a pedir o reforço da fiscalização dos autocarros.
Cheng Chung Fai considera que o Governo deveria reforçar as normas de avaliação dos autocarros públicos e turísticos, sobretudo a nível mecânico, já que esta área não está incluída no sistema de avaliação de autocarros, mas é a causa mais provável para a ocorrência de incêndios. O responsável da Associação considera que o regime de avaliação de autocarros em Macau não é nada rigoroso ao nível da mecânica do veículo.
Cheng Chung Fai defende ainda que, apesar das empresas de autocarros realizarem avaliações e fazerem a manutenção após alguns quilómetros de circulação, os trabalhos visam apenas avaliar as regras básicas de segurança. A verificação de problemas como os cabos eléctricos ou outras partes que possam causar acidentes mais graves não são avaliados.
O responsável acredita que as empresas de autocarros possam comunicar mais com os fabricantes dos veículos para que possam obter mais dados e sugestões. O Governo determina a realização de avaliação a autocarros dez anos após a sua circulação, mas a mesma só abrange os travões, sistemas de direcção e iluminação, lembrou.
  
 

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